A Câmara Municipal de Campo Grande realiza na próxima segunda-feira (1º) uma sessão solene para entrega de medalhas em homenagem ao Dia Municipal do Pastor Evangélico. A honraria, proposta pelo vereador Neto Santos (Republicanos), leva o nome do Apóstolo Edilson Vicente da Silva, pai do atual presidente da Casa, vereador Epaminondas Neto, o Papy (PSDB), que também é pastor evangélico. Neto Santos, em seu primeiro mandato, é um dos quatro pastores que ocupam cadeira no Legislativo municipal.
Enquanto a Câmara aprova homenagens religiosas, o Governo do Estado sancionou uma lei que cria o Dia do Campista Católico em Mato Grosso do Sul. A norma, publicada nesta semana, define quem é considerado “campista católico” e inclui a data no calendário oficial de eventos do Estado, a ser celebrada anualmente durante o feriado de carnaval.
Na política municipal, o nome de Paulo Cançado segue incerto. Depois de não assumir o comando da Secretaria de Obras, ele também não tem lugar garantido como adjunto da Sisep (Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos). Questionada, a prefeita Adriane Lopes disse que ele “deve” continuar onde está.
No Senado, foi oficializada a criação da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Liberdade Religiosa dos Psicólogos Cristãos, proposta pelo senador Magno Malta (PL-ES). O grupo pretende acompanhar conselhos profissionais e órgãos reguladores para evitar normas que possam limitar a atuação de psicólogos por convicções religiosas.
O Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS) abriu licitação para comprar 400 notebooks, com valor estimado de R$ 11.679,94 cada. O custo total deve chegar a R$ 4.671.976,00. Os aparelhos devem ter tela superior, memória RAM de no mínimo 64GB, entre outras especificações.
Já a Prefeitura de Campo Grande não conseguiu comprar um estúdio de gravação para a Casa Civil. A licitação, estimada em R$ 76,9 mil, era exclusiva para micro e pequenas empresas, mas terminou deserta, sem interessados. Outra licitação municipal prevê a contratação de alimentação para a Conferência Municipal de Saúde, com custo de até R$ 100,6 mil, incluindo coffee break e almoço.
O deputado estadual Lucas de Lima (PL) apresentou projeto para isentar do pedágio veículos usados no transporte de pacientes que precisam de tratamento de saúde fora do município de origem. A proposta abrange pessoas com doenças graves, crônicas degenerativas, transtorno do espectro autista e síndromes raras, com o objetivo de reduzir os custos das famílias que enfrentam deslocamentos frequentes.
