Na manhã deste sábado (30), o Parque das Nações Indígenas foi o ponto de encontro de uma iniciativa da Aliança Divergente, um grupo focado no desenvolvimento e bem-estar das pessoas. Além da atividade física, o grupo busca criar conexão entre os participantes. A programação contou com uma aula coletiva e reuniu cerca de 60 pessoas.
O marceneiro Márcio Vander Coimbra, de 52 anos, contou que participa das atividades do grupo desde 2023. “A comunidade promove eventos que envolvem ações sociais, atividade física e desenvolvimento pessoal. A gente se conecta com pessoas que compartilham do mesmo propósito, e isso cria uma sinergia muito positiva, incentivando pensamentos e objetivos cada vez maiores”, afirmou.
Já o engenheiro Oscar Tilleria, de 49 anos, afirmou que acompanha a comunidade há quatro anos. “Ver a quantidade de pessoas reunidas aqui mostra a importância de cuidar tanto da saúde física quanto da saúde mental. Eu acredito muito que as pessoas precisam ter sonhos e uma visão de futuro. Queremos chegar aos 90 anos com saúde física e mental para aproveitar a vida da melhor forma possível”, declarou.
O mentor Rafael Jordão afirma que o objetivo do evento é mostrar a ação do que chamam de “efeito paralelo”, conceito defendido pelo grupo segundo o qual a transformação em uma área da vida pode gerar reflexos positivos em outras. “A ideia é que, quando uma pessoa transforma uma área da vida, outras áreas também acabam sendo impactadas. Por meio da atividade física e de ações voltadas ao bem-estar, buscamos promover melhorias não apenas na saúde, mas também nos relacionamentos, na vida profissional e na qualidade de vida como um todo”, disse.
Segundo ele, a comunidade está baseada em três pilares: capacidade, disposição e permissão. “A capacidade está ligada ao conhecimento; a disposição envolve saúde física e atividade física; e a permissão está relacionada às emoções e aos relacionamentos. Quando esses fatores são trabalhados juntos, conseguimos promover um bem-estar mais amplo”, explicou.
A mentora da comunidade, Cida Torres, afirmou que a Aliança Divergente está presente em mais de 87 países e reúne mais de 160 mil participantes, chamados de “aliados”. “Nós somos uma grande comunidade formada por conexões reais, troca, apoio e proximidade. O grande diferencial da Aliança é justamente esse apoio humano, essa conexão verdadeira que faz com que as pessoas avancem juntas”, afirmou.
De acordo com os dados apresentados pela mentora, pesquisas realizadas com integrantes da comunidade apontaram melhora em diferentes áreas da vida dos participantes. Entre os entrevistados, 100% relataram melhora nos relacionamentos pessoais, 73% afirmaram avanços financeiros e mais de 56% disseram ter percebido redução nos sintomas de depressão.
